31.10.08

CURSO 2010: informações e inscrições


Início

8 e 9 de fevereiro

Dias e horários
Turma 1: segundas, das 19h30 às 23h
Turma 2: terças, das 9h30 às 13h

Valor R$ 220 mensais

Fone (11) 3825.8141
email
cinegrafia@uol.com.br

Local
R. Aureliano Coutinho, 278 - conj. 32
Higienópolis - São Paulo - SP

Programa de aulas
primeiro semestre:
O CINEMA CLÁSSICO

segundo semestre:
O CINEMA MODERNO


programa e cronograma de aulas

PRIMEIRO SEMESTRE: O CINEMA CLÁSSICO



1. INTRODUÇÃO
(8 e 9 de fevereiro)
Objetivos e método do curso. O cinema como única arte com origem popular (na visão de Panofsky). O cinema como arte tecnológica: a passagem do mudo ao sonoro – vista a partir de Cantando na Chuva. O trauma da introdução do som: O Cantor de Jazz. A arte da era do maquinismo – a fronteira com a indústria – na sociedade do espetáculo.


SURGIMENTO DO CINEMA E FORMAÇÃO DA LINGUAGEM

2. LUMIÈRE, MÉLIÈS E O PRIMEIRO CINEMA
(22 e 23 de fevereiro)
O surgimento do cinema no fim do século 19 e o estabelecimento dos dois princípios básicos: o cinema como documento (Lumière) e como sonho (Méliès). As primeiras criações estilísticas: a não estaticidade de Lumière, a trucagem em Méliès. O surgimento da indústria (Pathé). Revisão da historiografia clássica, que observa os primórdios do cinema e um bebê que dá seus primeiros passos. Hoje admite-se que este cinema dos primórdios corresponde a um outro tipo de espetáculo. Apresentação de vários filmes ingleses, franceses e americanos da primeira década do séc. 20 e do final do século 19.

3. D.W. GRIFFITH – SURGIMENTO DA LINGUAGEM CLÁSSICA
(1 e 2 de março)
Filmes base: The Lonely Villa e The Lonedale Operator
O surgimento da linguagem narrativa tal como a conhecemos ainda hoje. Procedimentos criados ou sistematizados por Griffith: a idéia de plano, a decupagem clássica (divisão em planos), a montagem alternada, a câmera transparente, a importância da luz, a busca do realismo, a psicologia e a subjetividade. Como todo o movimento de Griffith, a partir de 1908, leva a uma nova compreensão do cinema, que se consubstancia na linguagem clássica e no filme de longa metragem, a partir de 1915. Trechos de Way Down East.

4. A ESCOLA RUSSA - REVOLUÇÃO E MONTAGEM
(8 e 9 de março)
Filme base: O Encouraçado Potemkin, de Sergei Eisenstein
A influência de Griffith. A montagem como base do cinema. A experiência Kulechov. A montagem estrutural de Pudovkin. Eisenstein e a busca de uma nova narratividade, proletária, a partir do uso da montagem. O épico e o patético. Dziga Vertov e o documentário.
Filme complemento: O Homem com a Câmera, de Dziga Vertov.

5. A ESCOLA ALEMÃ 1
(15 e 16 de março)
Filme base: O Gabinete do Dr. Caligari, de Robert Wiene
O surgimento do cinema alemão de qualidade como decorrência da 1a. Guerra Mundial. Presença do romantismo. Influência de Max Reinhardt. Importância da luz e da cenografia. A derrota na guerra e a emergência de forças irracionais. Características do expressionismo e sua presença em O Gabinete do Dr. Caligari e O Golem. Nem todo cinema alemão dos anos 20 é expressionista. O fantástico em F.W. Murnau. Outras escolas: o kammerspielfilm (Murnau), o realismo social (Pabst), a comédia.

6. ERICH VON STROHEIM E O NATURALISMO AMERICANO
(22 e 23 de março)
Filme base: A Marcha Nupcial
A decadência de Griffith. O realismo de Stroheim. Busca e importância do detalhe. A coloquialidade como base do cinema americano. Destruição e herança de Stroheim.

7. ESCOLA ALEMÃ 2
(29 e 30 de março)
Filme base: M, O Vampiro de Dusseldorf, de Fritz Lang
Fritz Lang e o filme de aventura. As doenças da alma e a questão do olhar em Dr. Mabuse. O duplo em Metrópolis. A derrota da razão em M, o Vampiro de Dusseldorf.

8. A MONTAGEM
(5 e 6 de abril)
O que é montagem. O trabalho do montador. Exemplos de montagem. Aula dada por profissional da área.


ERA CLÁSSICA: O CINEMA DE GÊNERO

9. HOLLYWOOD, A FORMAÇÃO DA INDÚSTRIA E DOS GÊNEROS - O POLICIAL
(12 e 13 de abril)
Filme base: Fúria Sanguinária, de Raoul Walsh
Como se forma a indústria hollywoodiana. O sistema de estúdios. A idéia de linha de montagem e o controle do produtor. O filme de gênero como regulador da idéia industrial (produção em escala). Gêneros e estúdios. Apogeu e decadência do sistema clássico. O policial clássico, visto em Fúria Sanguinária, obra-prima do gênero. Exemplo de comédia: Sullivan’s Travels, de Preston Sturges, clássico da segunda geração da comédia sofisticada; Vincente Minnelli e Assim Estava Escrito; o funcionamento da Hollywood clássica e sua decadência. O “gênio do sistema”.

10. O CLÁSSICO POR EXCELÊNCIA – JOHN FORD
(19 e 20 de abril)
Filme base: No Tempo das Diligências
Situação de John Ford na indústria cinematográfica americana. O que é o filme clássico e sua relação com o moderno. Ford, o criador do mito da América.

11. COMÉDIA – LUBITSCH
(26 e 27 de abril) Filme base: Ser ou Não Ser
Os tipos de comédia. Contribuição européia a Hollywood: Murnau, Fritz Lang, Lubitsch, outros. Significado do classicismo cinematográfico. Grandes cultores da comédia sofisticada. Lubitsch, a censura, o duplo sentido. O desejo no universo de Lubitsch.A comédia burlesca (slapstick) e sua passagem do teatro ao cinema. Urbanização, velocidade e comédia. Conflito homem vs. máquina. Os comediantes mais destacados do mudo: Charlie Chaplin, Buster Keaton. O primeiro grande comediante: Max Linder. O burlesco no sonoro: Os Irmãos Marx (incorporação da palavra à mímica e à música), Jerry Lewis.

12. FAROESTE - O GÊNERO HISTÓRICO AMERICANO
(3 e 4 de maio)
Filme base: E o Sangue Semeou a Terra, de Anthony Mann
Caráter histórico e mitológico do gênero, seu significado e evolução. A guerra de conquista territorial, suas justificativas. Evolução do gênero e seus temas. A primeira geração do sonoro: John Ford. A segunda geração: Anthony Mann. Decadência e "western spaghetti".

13. A DIREÇÃO CINEMATOGRÁFICA
(10 e 11 de maio)
Princípios de direção cinematográfica. Etapas da realização do filme. Os vários elementos envolvidos no ato de dirigir. Aula dada por um diretor de cinema convidado.


NA PASSAGEM DO CLÁSSICO AO MODERNO

14. GRANDES AUTORES 1 – JEAN RENOIR
(17 e 18 de maio)
Filme base: A Besta Humana
Influência de Auguste Renoir, seu pai. Influência de Von Stroheim. Diversidade da obra: comédias, dramas, musicais, adaptações. O engajamento político. Renoir e Emile Zola: a tragédia operária em A Besta Humana. Destino e determinismo social. O precursor do neo-realismo.

15. GRANDES AUTORES 2 - HOWARD HAWKS
(24 e 25 de junho)
Filme Base: Levada da Breca
Elementos de modernidade no classicismo hawksiano. O individualismo. A ação como resgate do homem. A amizade masculina. A câmera à altura do homem e o humanismo hawksiano. O sentido da existência. Levada da Breca e a comédia screwball.

16. GRANDES AUTORES 3 – HITCHCOCK
(31 de maio e 1 de junho)
Filme base: Frenesi
Hitchcock e o suspense. A aventura do homem num mundo organizado pela aparência. O catolicismo em Hitchcock. A natureza dual do mundo: crime e inocência, aparência e realidade, ser e parecer, corpo e alma. “O que é verdade?”. “O que é a imagem?”

17. GRANDES AUTORES 4 - LUÍS BUÑUEL
(7 e 8 de junho)
Filme base: El - O Alucinado

18. GRANDES AUTORES 5 - YASUJIRO OZU
(14 e 15 de junho)
Filme base: Bom Dia
As tradições do cinema japonês, desde o mudo. Alguns de seus grandes autores: Kenji Mizoguchi (geração do mudo); Akira Kurosawa (pós-guerra), Nagisa Oshima e Shohei Imamura (nouvelle vague).Ozu e a crítica do cinema como manipulador de realidade: “uma mídia tirânica”. O sistema Ozu: formas de retirar o autoritarismo do cinema, pelo estabelecimento de um diálogo espectador-tela. A arte como forma de dominar o caos do mundo e exibi-lo.

19. GRANDES AUTORES 6 – DOUGLAS SIRK
(21 e 22 de junho)
Filme base: Palavras ao Vento
Sirk e o maneirismo. O melodrama como transposição da tragédia para o universo da classe média. Estética do excesso. O flerte com o banal. Rainer W. Fassbinder, discípulo de Sirk.

20. A CRISE DE 1930 E O FILME “B”
(28 e 29 de junho) Filme base: Gun Crazy – Mortalmente Perigosa, de Joseph H. Lewis
O que é filme“B”. Significado histórico dessa categoria de filmes. Decorrências para o cinema moderno e contemporâneo. “Tirar o tudo do nada”. A liberdade na pobreza: policial e erotismo em Gun Crazy. Outro Lewis: Reinado de Terror. A escola de Val Lewton (fragmentos de Sangue de Pantera).

21. BRASIL 1 – O CLASSICISMO
(5 e 6 de julho)
Filme-base: Ganga Bruta, de Humberto Mauro
O surgimento do cinema no Brasil. Primeiras crises. A era dos ciclos regionais. Adhemar Gonzaga e a idéia de cinema industrial: a Cinédia.Arte industrial num país pré-industrial. O ciclo de Cataguazes. Humberto Mauro: traços de realismo, naturalismo e romantismo. A “arte prosaica”. Apogeu do mudo brasileiro no início dos anos 30: Mauro, Mario Peixoto, Octavio Gabus Mendes.

22. GRANDES AUTORES 6 - BILLY WILDER
(12 e 13 de julho)
Filme base: Sunset Boulevard - O Crepúsculo dos Deuses
O réquiem da era clássica e o filme moderno. Novamente o trauma da passagem do mudo ao sonoro. O clássico passado a limpo. O filme noir e suas decorrências. O discurso de um morto. Discursos do Crepúsculo: personagens e referentes. Wilder: ironia e sarcasmo.



programa e cronograma de aulas

SEGUNDO SEMESTRE: O CINEMA MODERNO



23. ORSON WELLES E A MODERNIDADE
(2 e 3 de agosto)
Filme base: Cidadão Kane
O que é cinema moderno. Condições para o surgimento da estética moderna. Transformação da linguagem cinematográfica (crise da estética da transparência). Prefigurações do moderno. O cinema se repensa a partir de sua história. Kane e a nova organização espacial: profundidade de campo, plano sequência, o som, sentido da fotografia. Orson Welles e o tema do labirinto: o mundo moderno como mundo instável. Diálogo com outras artes.

24. ROBERTO ROSSELLINI E O NEO-REALISMO
(9 e 10 de agosto)
Filme base: Alemanha, Ano Zero
O cinema italiano no fascismo. O que é neo-realismo. Características centrais. Se Roma, Cidade Aberta é a eclosão do novo cinema europeu, Alemanha, Ano Zero traz a plenitude desta corrente, ao mostrar um drama moral e social na Berlim do pós-guerra.A idéia de liberdade em R.R. O catolicismo. O cinema contra a sociedade do espetáculo. O primado da ética e do autor. Os “neo-realismos”. Multiplicidade do moderno.


25. A CRÍTICA FRANCESA NO PÓS-GUERRA
(16 e 17 de agosto)
Filme base: Mônica e o Desejo, de Ingmar Bergman
Evolução do pensamento crítico. Os teóricos-realizadores da era clássica. Segunda Guerra e cinefilia. Surgimento da Cinemateca: o cinema e o reconhecimento de sua história. O realismo de André Bazin como matriz do pensamento crítico no pós-guerra. O cineclubismo. Os “Cahiers du Cinéma” e a geração dos “jovens turcos”: Truffaut, Godard, Rohmer, Rivette e Chabrol. Reavaliação histórica do cinema. Combate à “qualidade francesa”. O que é “autor”. A “política dos autores”. Redefinição do cinema e preparação da “Nouvelle Vague”.

26. AMÉRICA: A GERAÇÃO DO PÓS-GUERRA
(23 e 24 de agosto)
Filme: Anjo do Mal/Pick Up on South Street, de Samuel Fuller
A crise do “sonho americano”: desilusão do pós-guerra; Guerra Fria e macarthismo. A diluição das fronteiras morais. Transformações nos gêneros e transformação do herói. A América da maturidade: Nicholas Ray, Elia Kazan.

27. DEPOIS DO NEO-REALISMO: ANTONIONI
(30 e 31 de agosto)
Filme base: Blow Up - Depois daquele Beijo
O “neo-realismo sem bicicleta”. Desdramatização e rarefação da intriga. O real tensionado. O homem diante da liberdade. O homem depois de Deus.

28. NOUVELLE VAGUE 1 -FRANÇOIS TRUFFAUT
(13 e 14 de setembro)
Filme base: Os Incompreendidos
Elementos básicos da Nouvelle Vague. O cinema que se faz a partir do conhecimento da história. A substituição do artesão pelo autor. NV: núcleo central (Truffaut, Godard, Rivette, Rohmer, Chabrol) e agregados. A ação e a coloquialidade como fundamentos do novo cinema. A idéia de independência criativa. Transformações técnicas, estéticas, politicas, sociais e econômicas decorrentes da NV.

29. NOUVELLE VAGUE 2 – ALAIN RESNAIS
(20 e 21 de setembro)
Filme base: Hiroshima Meu Amor
O impacto de Hiroshima. Relato não-linear e espaço fragmentário. Afastamento do literário e da psicologia. O filme como recriação (e não como imitação do mundo). A memória. Fato, memória e discurso. O real questionado. O realismo de André Bazin questionado. Campo e extracampo. Trama de imagens e som. A inexistência do tempo.

30. NOUVELLE VAGUE 3 - JEAN-LUC GODARD
(27 e 28 de setembro)
Filme base: Alphaville
Vários momentos da “revolução” godardiana. Enquadramento e apreensão do real; plano sequência e decupagem clássica; ausência de roteiro e busca de reencontro do cinema mudo; montagem como princípio organizador; citação e agregação de outros universos; o filme como documento: atualidade e atualidades; descontinuidade; os diversos usos da fala, da música, dos ruídos.

31. O ROTEIRO
(4 e 5 de outubro)
Filme base: O Poderoso Chefão (introdução), de Francis Ford Coppola
O texto dentro da concepção do filme. Estágios do roteiro. Gênero, tom, unidade. Elementos básicos do roteiro cinematográfico. Plot e subplots. As etapas do roteiro: exposição, evolução, desenlace. Tipos de cena. O clichê e sua função. Concisão, ritmação, “viradas”.


32. BRASIL 2 – A ERA MODERNA
(18 e 19 de outubro)
Filme base: Deus e o Diabo na Terra do Sol, de Glauber Rocha
O cinema brasileiro e a busca de legitimidade a partir dos anos 40: Atlântida e Vera Cruz. Introdução do neo-realismo. Fundação de uma cinedramaturgia brasileira e seus fundamentos. Cinema como instrumento de libertação nacional: "estética da fome". Instauração de um modo de produção: a câmera na mão. Cinema Novo e sua relação com a técnica. Glauber e o anti-espetáculo: revelação e questionamento do real. Barroco e opacidade. História e destino.



CINEMA CONTEMPORÂNEO

33. CLINT EASTWOOD
(25 e 26 de outubro)
Filme base: Os Imperdoáveis
A crise do moderno. O retorno à narratividade. A imagem como referencial do filme. Hollywood e a introdução do “blockbuster”. Os Imperdoáveis e a história do faroeste. Os Imperdoáveis no contexto contemporâneo. O Oeste como lenda e como história. O simulacro.

34. ERIC ROHMER
(8 e 9 de novembro)
Filme base: Noites de Lua Cheia
O trabalho com a imagem numa era de inflação de imagens. Cinema meio e cinema fim. Cinema como arte do espaço. A recuperação da transparência narrativa. O jogo do real e do imaginário.

35. ABBAS KIAROSTAMI
(22 e 23 de novembro)
Filme base: Onde Fica a Casa do Meu Amigo?
Anos 80: a vanguarda vem da Ásia. Chinas e Irã. Algumas características do modo de produção iraniano. Kiarostami: plano e duração do plano. Tempo e suspense. O sistema A.B.: filme como produto do contato entre espectador e projeção. Incompletude das imagens e público.

36. DAVID CRONENBERG
(29 e 30 de novembro)
Filme base: eXistenZ
Os meios de comunicação como extensões do homem. Homem, ciência, mutação. Os monstros inquietantes. Diferença entre o monstro clássico e monstro cronenberguiano. Realismo e realidade virtual. Crise do sujeito. A comunidade desviante. Fonte narrativa em D.C. A imagem como ilusão.

37. BRIAN DE PALMA
(6 e 7 de dezembro)
Filme base: Redacted - Guerra sem Cortes


38. DAVID LYNCH
(13 e 14 de dezembro)
Filme base: Mulholland Drive - Cidade dos Sonhos
O mistério e a experiência do mistério. O quebra-cabeça narrativo. Dissociação do sujeito. Narrativa vs. verossimilhança.

39. CINEMA BRASILEIRO 3
(20 e 21 de dezembro)
Filme Base: O Bandido da Luz Vermelha, de Rogério Sganzerla
Principais decorrências do Cinema Novo nos anos 60. A influência da cinefilia e do cinema popular. Embrafilme, experiência de empresa estatal. Morte e ressurgimento nos anos 1990.


13.11.07

BIBLIOGRAFIA GERAL *

Compreender o Cinema, de Antonio Costa (ed. Globo)
O Cinema - Ensaios, de André Bazin (ed. Brasiliense)
O Cinema como Arte, de Rudolf Arnheim (ed. Aster - Lisboa)
A Experiência do Cinema, org. Ismail Xavier (ed. Graal)
O Gênio do Sistema, Thomas Schatz (ed. Companhia das Letras)
Hitchcock/Truffaut, de François Truffaut (ed. Companhia das Letras)
Cinema – O Mundo em Movimento, de Inácio Araujo (ed. Scipione)
Fragmentos para uma Autobiografia, de Roberto Rossellini (ed. Nova Fronteira)
Por um Cinema sem Limite, de Rogério Sganzerla (Azougue Editorial)
Dicionário Teórico e Crítico de Cinema, Jacques Aumont e Michel Marie (Papirus)
As Teorias dos Cineastas, de Jacques Aumont (Papirus)
Cinema Mundial Contemporâneo, de Mauro Baptista e Fernando Mascarello (orgs.) (Papirus)
O Jogo da Reinvenção - Charlie Kaufman e o Lugar do Autor no Cinema, de Cecília Sayad (Alameda Editorial)
Ecos do Cinema - org. Ivana Bentes (ed. UFRJ)
Figuras Traçadas na Luz - David Bordwell (Papirus)

Antologias críticas:
Um Filme É um Filme, de José Lino Grunewald (ed. Companhia das Letras)
A Palavra Náufraga, de Antonio Gonçalves Filho (ed. Cosac & Naify)
O Prazer dos Olhos, de François Truffaut (Jorge Zahar ed.)

Sites:
Dicionários de Cinema: http://dicionariosdecinema.blogspot.com/

Outras leituras:
Ao longo do curso serão indicados textos específicos sobre alguns dos assuntos e realizadores abordados.

* Não se trata de textos de leitura obrigatória, mas de sugestões de leitura